Paulo Alceu: “A CPI priorizou as acusações em detrimento das investigações”

Desde que a CPI foi instalada ficou claro qual era a intenção, que se confirmou no decorrer dos meses de depoimentos. “Embora não se possa negar que prestou em determinados momentos um serviço importante para o país deixando claro, lamentavelmente, que a porta da corrupção continua escancarada e os aproveitadores de plantão atentos e prontos para atacar, mas até nisso foi parcial evitando alcançar as barbaridades cometidas por governadores e consórcios criados às pressas para meter a mão no dinheiro que era distribuído visando salvar vidas”, afirma o jornalista Paulo Alceu.

A CPI pecou pelo excesso e pelo denuncismo midiático onde produziu e priorizou acusações em detrimento de investigações, usando inclusive de ameaças e desrespeito com depoentes, mas a questão agora está no relatório, que recebeu retoques no temor de se esvaziar de saída devido aos excessos de um relator mais vingativo do que coerente em seus apontamentos acusatórios. “O objetivo foi alcançado, nove crimes imputados a Bolsonaro, entre eles, crime contra a humanidade. Criaram um clima para favorecer um relatório de foco exclusivamente político sustentado por narrativas”, diz Paulo Alceu.

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