Paulo Alceu: “O cão tem o título de melhor amigo do homem, não é para acabar num prato”

Dias atrás um vídeo viralizou na internet. Era uma protetora de animais nos Estados Unidos que salvou 27 cachorros que seriam sacrificados no estado do Alabama. Ela, com auxílio de outros protetores, foi até lá, pegou os bichinhos e levou para Miami, local onde a lei não permite o sacrifício. No Alabama, depois de um tempo, se o cão não é adotado, ele é exterminado. Dá para ver a alegria dos pets, que segundo a protetora todos receberam um lar e estão a salvo. “Enquanto isso, fica impossível de aceitar que existem países que comem cachorros”, afirma o jornalista Paulo Alceu.

Trata-se de uma carne especial. Na Coréia do Sul, onde matam dois milhões de cães por ano para comer, a justiça em 2018 decidiu que matar e vender carne de cães é ilegal, mas ainda há resistências. Mesmo assim não deixa de ser uma vitória de grupos ativistas dos direitos dos animais. Inclusive, o presidente da Coreia do Sul sugeriu proibir em todo os país a carne de cachorro, quebrando com isso uma tradição, como ocorre também na Malásia, Vietnã e até mesmo na China. São de sete a onze países que ainda mantém esse hábito culinário grotesco.

Veja o comentário de hoje completo no vídeo.

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