Queda do Muro de Berlim faz 30 anos: veja relatos de quem esteve lá

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Este sábado (9) marca a passagem dos 30 anos da queda do Muro de Berlim, o chamado “muro da vergonha”, que durante 28 anos separou a histórica capital germânica em duas até a reunificação da Alemanha Ocidental (República Federal da Alemanha) e da Alemanha Oriental (República Democrática Alemã) em um só país.

Em novembro de 1989, estudantes protestaram em cima do muro de Berlim, nas imediações do Portão de Brandemburgo – Foto: University of Minnesota Institute of Advanced Studies/Divulgação/ND

O geógrafo Telmo Amand Ribeiro e o jornalista Silvio Queiroz, moradores de Brasília, foram testemunhas oculares daquele momento. Estiveram em Berlim quando o muro era derrubado. Eles conversaram com a equipe da Agência Brasil sobre o 9 de novembro de 1989, quando o mudou o mundo para sempre.

A queda da barreira de cimento, ferro no meio de Berlim representou o colapso do socialismo real sob a liderança da extinta União Soviética. Regime também implementado pela Bulgária, Hungria, Polônia, Romênia e Tchecoslováquia, além da Alemanha Oriental. Estes países formavam a cortina de ferro que separava o mundo capitalista e o mundo socialista.

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O fim da matriz europeia do socialismo é a antessala do século 21. Um tempo sem Guerra Fria entre americanos e soviéticos. Entretanto um tempo com outros riscos a paz e outros muros – maiores e até menos transponíveis do que o Muro de Berlim, como lembra Telmo Amand Ribeiro.

Veja o relato do geográfico Telmo Amand Ribeiro

Silvio Queiroz, então repórter de Veja (hoje no Correio Braziliense), rememora as diferenças e desconfianças entre os alemães do ocidente e os alemães do oriente no início da reunificação, e as dificuldades para a Alemanha se tornar o país de “um só povo” como adotou o governo adotou como lema.

Veja o relato do jornalista Silvio Queiroz

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