SC tem 11 mortes e 95 casos confirmados de influenza; veja municípios

Atualizado

A Dive-SC (Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina) divulgou, nessa segunda-feira (3), um novo levantamento sobre os casos de gripe registrados no Estado. A pesquisa abrange o período de 30 de dezembro de 2018 a 31 de maio de 2019.

De acordo com o relatório, foram notificados 595 casos suspeitos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), sendo que destes, 95 foram confirmados para influenza. Foram confirmadas 11 mortes.

Fatores de risco como diabetes e doenças cardiovasculares estão as mortes – Antonio Cruz/ Agência Brasil/ND

Dos 95 casos registrados, 77 foram causados pelo vírus A (H1N1), 16 pelo vírus A (H3N2), um aguarda subtipagem e um teve origem com o vírus Influenza B.

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Os municípios que apresentaram casos confirmados foram:

  • Chapecó com 16 casos;
  • Blumenau com 11 casos;
  • Joinville com 10 casos;
  • Florianópolis com 8 casos;
  • Balneário Camboriú e Brusque com 5 casos cada;
  • Itajaí, Jaraguá do Sul, São José e Tubarão com 3 casos cada;
  • Pomerode com 2 casos;
  • Araquari, Armazém, Balneário Barra do Sul, Biguaçu, Braço do Norte, Camboriú, Concórdia, Criciúma, Cunha Porã, Dionísio Cerqueira, Flor do Sertão, Galvão, Itaiópolis, Jacinto Machado, Lages, Lauro Muller, Maravilha, Navegantes, Palhoça, Penha, São Francisco do Sul, São João Batista, Tijucas, Tunápolis e Turvo, com 1 caso cada;
  • 1 caso foi registrado por um paciente que mora em São Paulo, mas foi atendido em Santa Catarina.

No mesmo período, foram confirmadas 11 mortes, sendo 10 pelo subtipo A (H1N1) e 1 pelo subtipo A (H3N2). Os óbitos confirmados acometeram pacientes residentes em: Chapecó e Tubarão com 2 casos cada; Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Dionísio Cerqueira, Jaraguá do Sul, Joinville, e São Francisco do Sul, com 1 caso cada.

Das 11 mortes confirmadas, todas apresentaram algum fator de risco para agravamento. Entre os doentes crônicos destaca-se um elevado número de diabéticos e com doença cardiovascular, 60% são portadores de diabetes mellitus e ainda idosos com mais de 60 anos.

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