Secretaria pretende organizar ações para aperfeiçoar cadeia produtiva em Santa Catarina

O secretário de Agricultura e Pesca de Santa Catarina, Ricardo de Gouvêa, avaliou nesta segunda-feira (4) como produtivo o primeiro mês de trabalho na pasta, com levantamento de dados e estabelecimento de metas para os próximos quatro anos. Segundo ele, o foco agora da Secretaria será a construção de planos de ações que beneficiem a cadeia produtiva.

Secretário Ricardo de Gouvêa (à esq) foi recebido pelo presidente do Grupo RIC, Marcelo Petrelli, nesta segunda-feira - Viviane de Gênova/ND
Secretário Ricardo de Gouvêa (à esq) foi recebido pelo presidente do Grupo RIC, Marcelo Petrelli, nesta segunda-feira – Viviane de Gênova/ND

Conforme Gouvêa, o primeiro mês foi de organização e conhecimento. “Procurei conhecer planos, trabalhos e projetos da própria Secretaria e também de suas empresas vinculadas: a Epagri, o Cidasc e o Ceasa. E podemos dizer que foi bastante proveitoso”, disse.

Para os próximos meses, ele diz que a prioridade é trabalhar junto a essas empresas vinculadas, focando grandes cadeias produtivas de Santa Catarina, como a produção de alho, cebola, marisco, leite e outras. “Nossa intenção é atuar nessa cadeia de forma a ajudar organizar, ver como o Estado pode fazer, trazendo a pesquisa e a assistência técnica da Epagri, a validade sanitária que a Cidasc conhece e usando o Ceasa para comercializar os produtos. Meu objetivo maior agora é criar planos de trabalho em função dessas cadeias e definir as metas para os próximos quatro anos”, afirmou.

Sobre a restrição da exportação da carne de frango para a Arábia Saudita, o secretário lembra que Santa Catarina ainda tem cinco plantas frigoríficas habilitadas, mantendo o grande volume de aves enviadas para fora. No entanto, o governo estadual já trabalha para que a exportação seja retomada à sua normalidade.

“Ficaram de fora algumas plantas muito importantes de outros tipos de aves, como marreco, peru. Em função disso, já fiz um ofício dirigido à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, solicitando apoio do governo federal para que interaja junto à Arábia Saudita e veja uma forma para rever a suspensão dessas plantas”, afirmou.

Ainda segundo ele, o governo também mantém contato com a Associação Brasileira de Proteína Animal, que é da iniciativa privada mas que oferece grande trabalho nesse sentido e já teria apresentado algumas alternativas.

Estado

Nenhum conteúdo encontrado