Sem previsão para saída de controlador-geral do Estado, futuro da CGE é incerto

O controlador-geral do Estado, Luiz Felipe Ferreira, deixará o governo de Santa Catarina – isto já é certo. A única dúvida que resta é quando e como será a saída. Até a manhã desta terça-feira (30), o governo não confirmou o novo nome e prazo para a transição.

Além de Ferreira, a controladora-geral adjunta, Simone Becker, também pediu para sair. A manifestação ocorreu na última sexta-feira (26), em meio às duras críticas que a CGE (Controladoria-Geral do Estado) recebeu frente ao relatório que montou sobre a compra dos 200 respiradores da Veigamed. 

CPI dos Respiradores pediu afastamento de Luiz Felipe Ferreira – Foto: Agência Alesc/Divulgação

Na tarde dessa segunda-feira (29), o ex-controlador se reuniu com funcionários e comissionados do órgão para falar sobre a saída. No início da noite, por meio de uma carta endereçada ao governador Carlos Moisés, Ferreira confirmou o pedido de exoneração. 

Procurada pela reportagem nesta terça-feira (30), a CGE não deu prazo para que o ato seja publicado no Diário Oficial. “A questão de data depende agora da iniciativa do governador. O pedido de saída foi feito”, informou a assessoria do órgão.

A secretaria de Estado de Comunicação também foi procurada. Até às 11h, no entanto, não houve retorno.

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Ferreira estava no cargo desde o processo de transição de Moisés, no final de 2018. Com a saída dele, já é o quarto nome do alto escalão do Executivo estadual a ser desligado.

Antes dele o secretário da Saúde Helton Zeferino, e os ex-chefes da Casa Civil, Douglas Borba e Amândio João Júnior também deixaram o governo.

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