Suposto vendedor de picolé é flagrado com drogas e dinheiro em Palhoça

Atualizado

A juíza Viviana Gazaniga Maia, da 2ª Vara Criminal da comarca de Palhoça, converteu a prisão em flagrante em preventiva de um suspeito de ser um dos principais “caixas” de uma organização criminosa na Palhoça. “É ele quem faz a sangria, a coleta”, disseram os policiais.

Ele foi preso numa área de mangue da cidade, um possível ponto de tráfico de droga, nesta quinta-feira (16), com 126 pedras de crack embaladas para venda e mais R$ 535 em dinheiro e R$ 17 em moeda. “Sou vendedor de picolé, esse dinheiro vem daí”, justificou-se, o suspeito. Ele já foi condenado em uma ação penal, estava acompanhado de um adolescente.

Suspeito justificou alta quantia em dinheiro pela venda de picolés – Foto: Pixabay

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“A segregação do conduzido é necessária para a garantia da ordem pública, diante da possibilidade concreta de reiteração criminosa, caso mantido em liberdade”, entendeu Viviana.

Ela ressaltou que informações preliminares dão conta de que o conduzido tem papel de grande importância dentro da organização criminosa. “Além disso, ele não demonstrou o exercício de qualquer tipo de emprego fixo, circunstância a indicar que o autuado retira, atualmente, da prática do tráfico de entorpecentes, seu sustento e, caso posto em liberdade, dará continuidade ao comércio ilegal, ante a sensação de impunidade”, finalizou a magistrada.

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