Polícia faz reconstituição da chacina em Alfredo Wagner

Quatorze dias após a chacina que matou os três integrantes da família Tuneu em Alfredo Wagner, na Grande Florianópolis, as polícias Civil e Militar e o IGP (Instituto Geral de Perícias) trabalham na reconstituição do crime na tarde desta quinta-feira (22).

Perto das 13h30, os agentes deram início à simulação dos fatos antecedentes aos assassinatos que chocaram o pequeno município, no início da tarde do último 9 de agosto.

Sob o olhar atento de vizinhos e imprensa, a movimentação em frente a delegacia começou cedo. Perto das 12h30, o Deap (Departamento de Administração Prisional) conduziu o principal suspeito do crime até o local. Ele permanece dentro do carro e se nega a participar da reconstituição.

Às 13h30, o comboio de carros deu início aos trabalhos de perícia, no local em que o argentino Carlos Alberto Tuneu, 67 anos, foi encontrado morto. Um homem de moletom azul, que seria a primeira testemunha do crime, gesticulava na companhia também dos advogados de defesa do réu.

Siga em tempo real

Polícia