Tragédia no Chile: Advogado confirma morte de família por monóxido de carbono

Atualizado

O advogado que acompanha os familiares dos seis turistas brasileiros que morreram em um apartamento em Santiago, Mirivaldo Aquino de Campos, confirmou na noite desta sexta-feira (31) que a morte foi por inalação de monóxido de carbono. A perícia ainda precisa confirmar de onde partiu o gás.

Da esq. para a dir.: Felipe, Débora, Fabiano e Karoliny – Instagram / Reprodução ND

A previsão é de que os corpos cheguem na noite da próxima segunda-feira a Biguaçu, na Grande Florianópolis. O velório coletivo ocorrerá entre 8h30 e 15h30, na terça-feira (4 de junho), no Ginásio de Esportes da Univali, no bairro Universitário.

O sepultamento está previsto para ocorrer às 16h do mesmo dia, no Cemitério de São Miguel, em Biguaçu.

As vítimas:

Fabiano de Souza, 41 anos: é pai de Felipe e Karoliny, e marido de Débora. Trabalhava como pedreiro e pescador.

Débora Muniz Nascimento de Souza, 38 anos: mãe de Felipe e Karoliny, mulher de Fabiano, era coordenadora pedagógica de escola em Florianópolis.

Karoliny Nascimento de Souza, 14 anos: filha do casal, completaria 15 anos nesta sexta-feira (21).

Felipe Nascimento de Souza, 13 anos: filho do casal, foi o primeiro a apresentar os sintomas da intoxicação.

Jonathas Nascimento, 30 anos: irmão de Débora e padrinho de Karoliny – a quem presenteou a viagem de aniversário. Vivia em Hortolândia e era chefe do Departamento Pessoal do Instituto Adventista de Tecnologia.

Adriane Kruger, 27 anos: natural de Goiânia, era casada com Jonathas e morava em Hortolândia.

As mortes

Seis brasileiros morreram em um apartamento no centro de Santiago, no Chile, na quarta-feira (22). A família estava a passeio para comemorar o aniversário de 15 anos de Karoliny. A principal suspeita é de que as vítimas morreram após inalar monóxido de carbono, que não se sabe até o momento de onde teria saído.

A construção, localizada na Rua Santo Domingo, a doze quadras do Palácio de la Moneda, data de 1965 e possui três fontes de gás para aquecimento.

O imóvel foi alugado via plataforma Airbnb, que informou que irá custear o traslado dos corpos, e também a viagem dos familiares que acompanham os trâmites legais.

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