Tribunal Superior do Trabalho determina que Correios garantam efetivo mínimo de 80%

Funcionários estão em greve desde a última sexta-feira em todo o país

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O TST (Tribunal Superior do Trabalho) determinou que os funcionários dos Correios devem garantir o efetivo mínimo de 80% dos empregados, sob pena de R$ 100 mil.

Algumas federações representantes dos trabalhadores dos Correios declararam greve na última sexta-feira (22), e a liminar (decisão provisória) do TST foi dada nesta segunda-feira (25).

Segundo os Correios, 90,59% dos funcionários não aderiram à paralisação, mas, em algumas unidades, o mínimo determinado pelo TST não está sendo cumprido.

Nesta terça-feira (26) haverá uma assembleia da Findect (Federação Interestadual dos Sindicatos dos trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios) para determinar se a categoria aceita a proposta de acordo coletivo para 2017/18. Os funcionários dos Correios de Santa Catarina realizarão assembleia na tarde de quarta-feira (27), após a reunião da federação. 

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 10%. A empresa propõe 3% a partir de janeiro de 2018, sem valores retroativos à data-base de agosto de 2017, entre outras divergências.

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TST determina que Correios garantam efetivo mínimo de 80%

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O TST (Tribunal Superior do Trabalho) determinou que os funcionários dos Correios devem garantir o efetivo mínimo de 80% dos empregados, sob pena de R$ 100 mil.

Algumas federações representantes dos trabalhadores dos Correios declararam greve na última sexta-feira (22), e a liminar (decisão provisória) do TST foi dada nesta segunda-feira (25).

Segundo os Correios, 90,59% dos funcionários não aderiram à paralisação, mas, em algumas unidades, o mínimo determinado pelo TST não está sendo cumprido.

Nesta terça-feira (26) haverá uma assembleia da Findect (Federação Interestadual dos Sindicatos dos trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios) para determinar se a categoria aceita a proposta de acordo coletivo para 2017/18.

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 10%. A empresa propõe 3% a partir de janeiro de 2018, sem valores retroativos à data-base de agosto de 2017, entre outras divergências.

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