Wassef diz que Queiroz seria morto e que tentariam incriminar a família Bolsonaro

Atualizado

O ex-advogado do Senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Frederick Wassef disse em entrevista à revista Veja em sua versão online, publicada nesta sexta-feira (26), que tinha informações sobre um possível atentado contra Fabrício Queiroz e que ele seria assassinado.

Fabrício Queiroz, foi preso dia 18 deste mês no interior de São Paulo – Foto: Reprodução/Youtube

Wassef contou ainda que a família Bolsonaro seria responsabilizada pelo crime. Assim, abriu as portas de sua casa, em Atibaia ao ex-assessor e considera que salvou a vida.

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“Eu tinha a minha mais absoluta convicção de que ele seria executado no Rio de Janeiro. Além de terem chegado a mim essas informações, eu tive certeza absoluta de que quem estivesse por trás desse homicídio, dessa execução, iria colocar isso na conta da família Bolsonaro”, disse.

Wassef disse que a morte do ex-assessor seria parte de uma fraude, comparando ao depoimento do porteiro do condomínio do presidente no caso Marielle. “Algo parecido com o que tentaram fazer no caso Marielle, com aquela história do porteiro que mentiu.”. Ele também afirma que omitiu do presidente e do filho “01” a trama e o paradeiro do ex-assessor.

Além do possível crime, Wassef também afirmou que ficou sensibilizado com o estado de saúde de Queiroz e o momento vivido pelo ex-assessor do senador. Sem revelar se ofereceu ajuda ou se foi procurado, o advogado disse que “fez chegar ao conhecimento” de Queiroz que estava disponibilizando três endereços para ele ficar: a casa de Atibaia, uma casa em São Paulo e outra no litoral. Ele se negou a dizer se manteve contato com Queiroz durante o período.

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