Zona Azul: o que muda e o que permanece igual após a suspensão do sistema

Atualizado

A partir desta segunda-feira (16), o sistema Zona Azul parou de funcionar em Florianópolis. O contrato com a empresa responsável pela operação foi rescindido pois, segundo a prefeitura, a empresa deixou de repassar R$ 19 milhões para os cofres públicos.

A mudança gerou confusão entre os motoristas. Logo nas primeiras horas em que o sistema foi suspenso, havia quem tentava efetuar o pagamento nos parquímetros da cidade. O comandante da GMF (Guarda Municipal de Florianópolis), Ivan Couto, explicou como fica a situação agora.

Enquanto a Prefeitura não contratar uma nova empresa, as cobranças não serão aplicadas – Foto Flavio Tin/ND

Cobranças e horários

“O que muda é que o motorista não vai mais precisar  pagar pelo estacionamento até que uma nova empresa seja contratada pelo município” explica Ivan.

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Os limites de horário para estacionar em cada área ainda precisam ser respeitados. Na área azul o tempo de permanência é de, no máximo, duas horas. Já na área branca o limite é de cinco.

Fiscalização

Segundo a GMF, responsável pela fiscalização, a cobrança de credencial para estacionar nas vagas especiais continuará sendo exigida. Essas vagas são destinadas a idosos e deficientes.

“Continuamos fiscalizando aquilo que deve ser fiscalizado. A única coisa que não será fiscalizada é o pagamento para estacionar na vaga da zona azul. As demais regras vão continuar sendo cobradas e fiscalizadas”, conclui Ivan.

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