A guerra do vírus assassino

Já somos reféns do medo. Perdemos totalmente a liberdade. Já somos escravos do sistema. Morrem gente em todo o mundo, todos os dias em campos de batalhas desta Guerra.

Querem, assim,  nos transformar em reféns da idolatria, e estão conseguindo, atingindo principalmente convalescentes. Um vírus, ou soldado dos quartéis generais, “treinado” para matar. Se não mata traz depressão, suicídio…

Um vírus criado que já criou cúmplices de assassinatos em cada instituição, e em cada esquina das nossas vidas. Um vírus que mata, se não pela letalidade, mas pelas sequelas terríveis que traz o  desanimo de viver.

Queriam matar e inutilizar o ser humano inocente que vive na Terra. Estão conseguindo?

Já conheço pessoas do bem que ao escaparem da morte da Covid-19, já não sabem onde estão, não concatenam o que falam, e caminham com dificuldade.

Nesta guerra mundial não basta a morte para “os generais” porque a missão é tornar inútil o ser humano ao roubarem o livre-arbítrio”. Esta  batalha contra o vírus, ou a favor, já trouxe o lucro e a corrupção no âmbito dos governos pago pelo povo doente e infectado.

Será que chegou o apocalipse preconizado no livro sagrado? Penso que não. Este “fim dos tempos” está sendo planejado pelos homens e não pelo Criador.

Deus não interfere por respeitar a liberdade dos homens. Nós é que temos de seguir o caminho do bem, o caminho da não covardia, da não alienação e da não omissão.

O mundo 2020,  foi mudado por um grupo de “cientistas do crime” inspirados pela sabedoria de satanás chefe da Matrix.

Podemos renovar a fé e  as armas que eles não querem que usemos, porque estas armas são  o único receio do Sistema demoníaco  de perderem esta guerra mundial,  e a melhor arma é  cuidarmos de nós mesmos, e de quem você ama, com cautelas racionais e justas protocolares de saúde recomendadas viver e deixar viver.

Admito, e preciso exaltar, que entre estas armas as mais poderosas são os Anjos que nos protegem do mal, aqueles profissionais da saúde, (todos de qualquer profissão da saúde ou não) que arriscam suas vidas para que continuemos vivos até o limite da sabedoria da cura.

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