A impunidade diabólica

O mundo sente a queda de valores de caráter que afeta os alicerces da dignidade humana. Começa pela impunidade, um vírus que provoca esse tsunami moral e leva a sociedade a desacreditar na Justiça.

O medo, por causa da insegurança e impunidade, leva as pessoas a uma sensação de vazio, desesperança e perda do prazer além de ansiedade doentia.

Os bandidos estão nas ruas e nos gabinetes de luxo do poder público e privado. E já aparecem hipócritas, mentirosos compulsivos e demagogos que falam do morro morando de frente para o mar.

O STF, ainda não se superou para resgatar a credibilidade. Bons ministros pagam pelos tendenciosos e falsos. Em pleno século 21, gente que sustenta o poder maligno morre nas filas de centros de saúde à espera de uma simples consulta médica de direito.

No Brasil, pessoas se contaminam com epidemias ou doenças que deveriam já ter sido extintas há séculos pela ação do governo. Não se conta a COVID plantada pelo mau para sequestrar a vontade das pessoas, ou escravizá-las pelo medo e pelos remédios mortais.

Mas, são 40% da população que não têm acesso a serviços básicos de saúde e 500 milhões estão gravemente subnutridas – pelo menos 15 milhões morrem no mundo de fome ou sede, principalmente crianças. Três a cada 10 crianças brasileiras moram em casas onde a violência é constante. O mundo e o Brasil ainda ignoram o nível maléfico que chegou a insensatez humana.

Quanto ao inferno da impunidade em que vive o país, para diminuí-lo por que não uma reforma integral do sistema politico e não apenas um pastiche da reforma eleitoral? Comecem a reforma do Código de Processo Penal com adição às penas privativas de liberdade com pesadas penas pecuniárias e de prestação de serviços, sobretudo para crimes difusos contra o interesse público. É preciso também diminuir a maioridade penal substancialmente para sete a 14 anos. A voz das famílias já clama para qualificar os delitos cometidos por homens públicos em hediondos.

A esperança no Brasil é que existem, ainda, homens que possuem senso ético e consciência moral que avaliam e julgam suas ações para saber se são boas ou más, certas ou erradas, justas ou injustas.

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