Ensino híbrido: decisão individual, responsabilidade de todos

Estamos vivendo um momento de incertezas inédito para o país e o mundo. Ao mesmo tempo em que entendo que o termo “novo normal” é um lugar-comum fácil, adotado para justificar campanhas e ações durante a pandemia do coronavírus, percebo que outro clichê se mostra cada vez mais verdadeiro: quem está mais preparado sempre se sai melhor.

E não digo apenas neste período, mas também quando isso passar. O ramo da Educação se renova constantemente e as instituições têm o dever de acompanhar esta evolução, afinal trabalhamos com o futuro das pessoas, com a construção de carreiras e a formação de profissionais que enfrentarão um mercado cada vez mais competitivo. O que exige muita inovação e preparo para entregar um ensino cada vez mais técnico, dinâmico e arrojado.

A UniAvan foi a primeira Instituição de Ensino Superior (IES) a aderir ao formato de ensino online, logo no início das medidas de prevenção contra o coronavírus, e é uma das primeiras a definir a volta às aulas com o sistema Híbrido de Ensino, assim que autorizado o retorno presencial. Para isso, preparamos professores, investimos em tecnologias e ferramentas para entregar o ensino com a mesma excelência do presencial, contratamos tutores para auxiliar os acadêmicos, fizemos pesquisas com os estudantes para ver a adaptação.

No Ensino Híbrido, o acadêmico pode decidir se quer estudar presencialmente ou continua tendo a mesma aula online, que é gravada ao vivo. Independente da escolha dele, a nossa responsabilidade é garantir um ensino de qualidade com todos os protocolos de biossegurança e distanciamento social seguro.

A autonomia dada para o estudante com o Ensino Híbrido é essencial para que ele aproveite da melhor maneira toda a sua jornada de ensino-aprendizagem sendo, claro, muito bem orientado neste percurso. A pandemia vai passar, mas tudo o que aprendemos com ela vai nos preparar para qualquer desafio.

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