Luta do bem: em favor da inclusão

O dia 21 de setembro é dedicado à Luta da Pessoa com Deficiência e o dia 26 é o Dia Nacional do Surdo. A sociedade brasileira avançou na conscientização da inclusão social.

Os resultados alcançados são frutos de muita luta, enfrentamentos e da vontade de transformar. Datas como essas são marcos para nossa reflexão e nos convidam a buscar novas soluções inclusivas efetivas.

O último Censo aponta que quase 46 milhões de brasileiros, cerca de 24% da população, declararam ter algum grau de dificuldade em pelo menos uma das habilidades investigadas: enxergar, ouvir, caminhar ou subir degraus, ou possuir deficiência intelectual.

De acordo com a lei Brasileira de Inclusão, esses impedimentos em interação com barreiras arquitetônicas e atitudinais podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com os demais cidadãos.

Percebe-se que há uma vinculação limitada do tema, restringindo-o à inclusão de pessoa com deficiência no mercado de trabalho. Essa pessoa, todavia, que recebe uma sólida formação escolar terá um diferencial, e se destacará em todos os sentidos e direções.

A política de atenção à pessoa com alguma deficiência foi prioridade em nossa gestão. Iniciamos em 2017 com 505 crianças com alguma deficiência matriculadas na rede municipal. Hoje, temos 1.340 matriculas. Recebemos a Secretaria de Educação com 23 salas de multimeios, hoje estamos com 39 salas equipadas.

A Secretaria Municipal de Educação (SME) tem uma equipe multidisciplinar que avalia cada caso com a emissão de um parecer, orientando as necessidades, que são imediatamente encaminhadas pela diretoria da unidade escolar, como por exemplo a necessidade do professor auxiliar de educação especial.

A nossa atenção pedagógica assegura que todos sejam respeitados, que todos desenvolvam suas capacidades. Num futuro próximo, estaremos colhendo os resultados desta visão da política pública em que a inclusão de pessoa com deficiência não “será mais um desafio para muitos gestores empresariais”, que não estarão contratando para o cumprimento de índices, mas sim pela qualidade da formação.

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