O estado do mundo e a onda do momento

Uma guerra muda à vida de todo um país e dependendo do tamanho, do mundo, haja vista que toda produção deve ser repensada (agrícola, pecuária, pesca, indústria geral, comércio, serviços, fontes de energia/petróleo, carvão, gás…) com intuito de atender às demandas do conflito (economia de guerra).

Armado o raciocínio, uma pauta para o futuro do Brasil precisa ser determinada com prioridade máxima, tendo como base o estado do mundo. Ou seja, ela deve orientar campanhas eleitorais e orçamentos plurianuais, considerando: “a torção do mundo na direção da multipolaridade e das economias solidárias e humanas, fundamentos da paz com abundância”, impositivo às gerações para atingir o futuro que convém.

Ressalte-se que políticas focais perpetuam mais do que resolvem os temas do foco. Em um país onde ilhas de riqueza convivem com um imenso mar de exclusão social, focalizar, pura e simplesmente, significa excluir.

Hoje a sociedade é desafiada pela onda do momento: desenrola, bate, joga de ladinho… Sim, no refrão do individualismo e da competição que isola, que fragmenta, que nega o diálogo, que impede o crescimento das pessoas e leva à negação do serviço para o bem comum.

Romper com a ignorância é tão imprescindível quanto “[…] clarear o pensamento, diante da natureza, e aceitar a extrema insignificância em que ainda nos agitamos, perante o Universo” (Francisco Cândido Xavier, 1989, p. 35 – Livro Refúgio).

Para além da crise é preciso ratificar que o Mundo se desenha, transforma e constrói a partir de pessoas que nascem, atuam, prosperam e fenecem num sítio determinado – o Município.

O homem e a mulher são o ambiente que assumiram a consciência, tudo é sistêmico, holístico, quântico, não desmembrável – tudo está ligado a tudo – por isso nós estamos aqui para validar nossa existência no planeta, já que somos eternos aprendizes nessa escola do conhecimento (vida) que aprofunda a formação do indivíduo na construção de um ser melhor para ajudar a sociedade.

Seguimos em frente pela transformação da sociedade na perspectiva da solidariedade, da promoção da dignidade e da vida da pessoa, pois, se para fazer um país é relevante e viável; propor e concretizar uma política típica que ajude a fazer o país é igualmente viável e relevante. A história é fruto da participação diuturna de todos.

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