O seguro viagem

Entre chegadas e partidas, os meses de começo de ano são marcados pela alta tem­porada de verão, onde as pessoas aproveitam para visitar suas fa­mílias em outros estados ou paí­ses, ou para conhecerem lugares novos. Porém, nem só de diversão vivem os turistas.

Além das passagens, que podem ser áreas, terrestres ou fluviais, outro ponto que demanda bastante aten­ção é quando se trata da prevenção de algumas situações que demandam mais gastos do que o previsto. Por exemplo, imprevistos com bagagens, perda de passagens ou despesas médicas. Diante disso, pouco se tem o hábito de falar sobre os seguros de viagem, que em pri­meira vista, parecem ser apenas mais um gasto. Porém, conscientemente, podem ser considerados como um investimento. Eles são ofertados por operadoras de cartão de cré­dito, corretoras ou seguradoras, os preços podem variar de acordo com o tipo de cobertura escolhido e também dias de viagem.

Fato é que, se antigamente era obrigatório apenas a cobertura em casos de morte ou invalidez, desde 2014 a resolução CNSP n° 315 determinou que outras despesas devem fazer parte da cobertura obrigatória para o exterior, como as despesas médicas, hospitalares e odontológicas. Cabe ao viajante avaliar, antes de sua viagem, o que o serviço oferta para justificar a se­gurança e o retorno do investimen­to, que geralmente não é alto, em caso de imprevistos.

Além das coberturas obrigatórias, o seguro viagem também pode oferecer coberturas adicionais de bagagem, cancelamento de via­gem ou regresso antecipado. Além disso, pode ainda não ser muito claro quem poderá contratar o seguro. E tanto empresas como pessoas físicas podem contratar individualmente. Sendo a duração do seguro de viagem definida du­rante a contratação.

Algumas seguradoras limitam a contratação a 65 anos, porém exis­tem empresas especializadas para atender nesse segmento. Seguros de viagem para menores de ida­de também podem funcionar de forma diferente, cobrindo apenas despesas específicas. De forma ge­ral, para uma viagem tranquila em todos os sentidos, cabe a avaliação da contratação de um seguro de viagem, sendo isso uma garantia usada apenas diante de uma ne­cessidade que antecipadamente não pode ser prevista.

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