Ou vai ou racha?

Na semana que passou me vi presente em páginas de jornais e na mídia em geral me posicionando além da condição de prefeito do quarto município de Santa Catarina. Me posicionei em especial como munícipe da cidade que adotei há décadas para morar.  É mais que insustentável a situação em que vivem mais de 100 mil pessoas no entorno da Estação de Tratamento de Potecas.

Temos uma fratura exposta justamente localizada na região em que nosso município mais cresce. E uma cidade de oportunidades não pode ser penalizada por tal situação! Precisa agir de maneira a apressar a intervenção que precisa, qual seja a construção da  ETE Potecas,  de maneira a desativar as represas hoje existentes de onde exala o odor em direção a milhares de residências e comércios situados às margens da estação.

Por isso, minha posição é clara no sentido de que daremos solução a esse impasse.  Por isso, tenho dito e repito: ou vai ou racha! De uma maneira ou outra, o compromisso de minha gestão é por fim a esse pesadelo que exala um odor insustentável no entorno da atual estação, uma situação inadmissível, uma questão de saúde pública, que urge pela efetivação do projeto de construção da ETE Potecas, em fase de licitação.

Não há mais tempo para esperar. E justamente porque não temos muito tempo que decidimos dar nossa contribuição para acelerar o processo de construção da ETE Potecas. Na semana que passou protocolamos na Câmara de Vereadores  projeto de lei doando uma área adicional para a obra e contamos com a parceria do Legislativo para aprovar logo a medida.

Embora a Casan precise de 110 mil m2 para resolver o problema por 20 anos, estamos doando 185 mil m2 com a condição de que só poderá ser usada a parte restante para eventual ampliação. Assim,  a nossa parte, na condição de Executivo, temos feito.  Resta agora saber se a Casan irá enfim destravar o processo.

Mas como acima disse e repito, se a coisa não evoluir, daremos um jeito. De uma maneira ou outra, a ETE Potecas sairá do papel. Nem que para isso tenhamos que partir para a iniciativa privada.  O josefense não merece passar mais anos refém de um odor que, além de trazer prejuízos direitos ao dia a dia das pessoas que vivem no entorno, sepulta oportunidade de crescimento daquela região!

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