Pandemia maligna e escravizante

Hoje a Covid-19 começa a matar todos os dias, mas não podemos deixar de saber que mais de 14 milhões de pessoas/ano são vítimas de doenças infecciosas e mais de 4 milhões sucumbem por infecções respiratórias.

Só a febre da dengue afeta mais de 9 milhões de pessoas anualmente, e o Brasil é campeão.

Muitas propagandas e recomendações para “melhorar a saúde”, subliminares, são para altos consumos de porcarias de alimentos e remédios de todos os tipos e fórmulas. Tudo gera muito dinheiro e muita doença acumulada.

Este infeliz vírus corona está empobrecendo, destruindo e deprimindo, engordando, separando casais e aumentando suicídios e marginalizando muita gente no Brasil e no mundo.

Empobrecendo porque muitos(as) não podem trabalhar ou são proibidos. Outros porque querem viver mais e se isolam dentro de casa. O desemprego já é realidade, mesmo o que foi herdado de governos anteriores. Agora, com o satânico vírus o desemprego já é calamidade.

O governo precisa de um planejamento sólido que não só mandar se isolar e passar álcool gel. Mas ninguém se preocupa porque é o povo-doente que paga para manter os sistemas dominadores do mundo. A cada dia aparecem predadores que acossam os ideais e inocências dos humanos.

A Covid-19 chinesa, começa a perda da esperança. Famílias perdem entes queridos, e não tem justiça. As sequelas de quem contraiu praticamente inutiliza e paralisa o corpo o resto da vida. Viram escravos que é o que os poderosos do dinheiro desejam desesperadamente. Hoje, não se percebe os clamores fortes de um povo que continua anestesiado.

Meus sentimentos solidários se aguçaram, mais, quando sinto, atualmente, pessoas sofrendo, agonizando e gritando por Deus, em UTIs de hospitais infectadas por vírus ou por outras doenças graves. Aliás, estamos em 2021, quase, e giram no ar doenças medievais que já poderiam estar extintas.

A Covid-19 está comprometendo a tua vida, mortal, e até médicos(as), dentistas(as) e enfermeiros(as) sérios e dedicados que não estão conseguindo evitar mais mortes em filas, nas ruas, e dentro dos próprios hospitais pelo sistema predador e ordinário de escravização da vida. Espera-se, que as redes sociais que estão todos os dias conosco comecem a cuidar das nossas vidas, e não as censurar.

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