Por que torço para que Bolsonaro não morra?

Esta semana, a Folha de São Paulo – periódico que a meu ver é representativo da pior ideologia da esquerda brasileira – em ato falho, expôs suas vísceras, confessando comungar do mesmo mal que apontam ao movimento conservador que elegeu, democraticamente, Bolsonaro a presidência. Publicou artigo sob o título “Por que eu torço para que Bolsonaro morra”.

Seu discurso de ódio e intolerância foi ainda mais grave por escarnar a relatividade de sua ética, como se “os fins justificassem os meios”. Tudo muito semelhante aos regimes ditatoriais de Mao Tsé-Tung, Lenin e Fidel, alguns dos maiores genocidas do século 20. Prestaram, além desta confissão, verdadeiro desserviço à democracia e à liberdade de imprensa.

Torço para que Bolsonaro não morra. Porque torço pela vida, pelo resgate da humanidade, por meio da educação e da fraternidade. Torço pelo fortalecimento – e amadurecimento – da democracia brasileira e de suas instituições.

Bolsonaro carrega consigo a legitimidade das urnas, recado que a esquerda brasileira sequer entendeu. Precisa deixar para trás o mote de que “quanto pior melhor”; reconhecer sua máxima culpa na “endêmica” corrupção que disseminou no país, responsável maior por mortes, inclusive decorrentes da Covid-19.

Seus discursos continuam falaciosos, calcados em uma velha doutrina, desumana e fracassada mundo a fora. Ao “torcer pela morte”; a Folha de São Paulo escreveu seu próprio obituário.

RECONHECIMENTO

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina manteve-se entre os tribunais estaduais mais produtivos do país, a exemplo do Tribunal Regional da 4ª Região, líder entre os tribunais federais. Os dados são do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

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