Professor x Youtubers

Os youtubers são educadores na atualidade? Sim ou não? Um professor precisa de anos e anos de estudo para ensinar e mais: precisa de método. Ele ensina, diretamente, para um público muito pequeno.

Uma sala de aula que, em média, tem 40 alunos, exceto as salas de cursinho. Algumas condições, como os professores universitários são necessários, além da graduação, cursos de pós, mestrado e doutorado. Para entrar nas universidades públicas, além de um concurso bem difícil, exige-se o doutorado para iniciar a carreira.

Um profissional para chegar ao doutorado (4 anos), passa pelo mestrado (2 a 3 anos) e pela graduação (5 anos). Sua remuneração em média, nas escolas fundamental e média, não chega a R$ 7 mil. No ensino superior R$ 7 mil para iniciar e segue a carreira. Ser professor é dedicar uma vida para essa atividade que é uma profissão de milhões de pessoas no mundo inteiro. Na plataforma Google há professores de verdade dando aulas e bons vídeos.

Você encontra diversos craques, ensinando com as novas formas digitais e dando um banho. E os youtubers? O que são esses seres contemporâneos que surgem do nada e explodem na rede a alcançam milhões de seguidores em curto espaço de tempo?

Pesquisando encontrei informação que o youtuber com mais público no mundo é o sueco PewDiePie, 30 anos, 106 milhões de seguidores e produz conteúdos diários de humor e games. Ele fatura uns 20 milhões de dólares anuais.

O brasileiro com maior quantidade de seguidores é o Winderson Nunes com 41 milhões de seguidores e voltado para humor. Mas eu quero me concentrar no Felipe Neto, com 32,1 milhões de seguidores.

Felipe foi considerado, recentemente, uma das 100 pessoas no mundo com maior nível de influência entre jovens, especialmente. Olhando para a sua trajetória que se inicia há mais de 10 anos, ainda muito jovem e hoje, se insere no ambiente político e social com muito jogo de cintura e em defesa de atitudes e pensamentos democráticos. Professores X Youtubers é uma boa discussão que deveria atrair mais gente.

O Ensino à Distância (EAD) a cada dia se torna uma realidade brasileira. A EAD como conhecida no passado, está ficando prá trás em troca do Ensino Remoto, virtual, on-line, ao vivo, cara a cara (opa, tela a tela). Quem garante que é bom e eficiente? Quem garante que estamos educando remotamente? Ainda não sabemos.

A partir de 2021 em diante, em face da tecnologia, da pandemia e da presença desses “professores” de Youtube? Serão melhores os primeiros ou os segundos avançam e se posicionarão como o futuro?

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