Repulsa e reinvenção da morte e da vida

A vida é impressa pela grande energia do universo (Deus), na sua matéria primária… A evolução nos fez chegar ao reino hominal e nesta fase, nossos espíritos adjudicaram a inteligência e livre arbítrio. Pela exercitação destes dois atributos é que traçamos os nossos caminhos.

A lei de conservação obriga-nos a prover às necessidades do corpo, porque, sem força e saúde, o trabalho é impossível – não havendo progresso.

Dado o panorama chega-se à antiga Babilônia onde os astrólogos adotavam dois relógios: um para contar a passagem do tempo nas atividades humanas; e outro para acompanhar os movimentos celestes que acreditam ter influência sobre eventos terrenos.

Hoje, para adivinhar o futuro, também, precisamos prestar atenção ao inexorável relógio duplo: para contar as horas e dias; e para aferir os séculos e milênios em que continuamos a promover a ruptura dos sistemas naturais da Terra – por exemplo, cerca de 1/4 dos 90 milhões de toneladas da poluição do aquecimento global produzida a cada dia permanecerá na atmosfera (retendo calor) por mais de 10 mil anos.

Em verdade, apesar da dificuldade que se tem de pensar em termos de tempo geológico, temos o poder de interferir no equilíbrio da Terra e ao confrontar a diferença entre o que é e o que deveria ser, chegamos ao dilema existencial estabelecido em duas colunas: morte e vida.

Neste instante, os cientistas competem e correm contra o tempo na busca de descobertas genéticas capazes de curar doenças e estabelecer as bases de produtos multibilionários como se verifica na pandemia mundial.

Intrigados e com os avanços das revoluções na biotecnologia e ciências da vida desejamos saber: De onde vem o mal, o vírus? Ora! Se não veio do espaço, nem da divindade, veio de uma determinada região – país.

Então, que os julgamentos morais, étnicos e legais sobre ele, possam ser feito com imparcialidade por outros países, sendo o instrumento para punição o das sanções econômicas, considerando ser ele uma grande potência (poder de veto) – esperar uma sentença de um tribunal penal internacional por crime contra a humanidade é de resultado zero (não obedece) e como um beijo (nada mais do que uma sugestão de possibilidades) – rasga a sentença.

O caminho está em aberto – pela repulsa e reinvenção da morte e da vida – um fato a enfrentar.

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