Todos juntos contra o coronavírus

A proliferação do coronavírus colocou todos em alerta. É certo que a economia global sairá fragilizada e o mundo, após o Covid-19, não será mais o mesmo. Isso é o que acontece depois de uma pandemia ou uma guerra.

Assim foi após algumas calamidades, como a gripe espanhola em 1918 ou no pós-guerra em 1945 – vicissitudes trágicas, todavia marcadas posteriormente por avanços humanitários – tanto no lado econômico, quanto no lado social.

No entanto, no Brasil muitos ainda não estão se dando conta do tamanho da pandemia e da necessidade do isolamento social para preservarmos vidas. Do outro lado, surge o debate sobre o futuro dos nossos empreendedores? Ambas preocupações devem ser tratadas com seus devidos pesos e medidas.

Ao alento do prejuízo econômico que o Covid-19 gerou ao fechar grande parte do comércio, serviços e setor turístico – grandes pilares da economia de Florianópolis – é possível enxergar vacinas por ora mais contundentes. É função do poder público ser parceiro com aqueles que geram emprego e renda à população – auxiliar do pequeno ao grande empreendedor para evitar um colapso de empregos ainda maior.

Por isso, desde o início, levantamos diversas demandas da classe empreendedora e apresentamos medidas de auxílio ao setor produtivo. Como exemplo, a prorrogação por três meses do pagamento de ISS aos profissionais liberais, a viabilidade de um cartão-alimentação no valor de R$ 100 por mês para autônomos de baixa renda.

O programa Juro Zero Floripa em edição especial ampliou seu crédito e deu mais prazo aos empreendedores. Os microempreendedores individuais (MEIs) podem tomar empréstimo no valor de R$ 3 mil, enquanto as microempresas (MEs) têm direito a R$ 5 mil. Todos com carência de 90 dias e até 12 meses para o pagamento. Isto desburocratiza e reduz custos para os empreendedores.

O momento é de muita atenção à saúde da população, mas com estas medidas a Prefeitura de Florianópolis demonstrou a importância de manter viva também a saúde dos empreendimentos. Isto prova, que sim, é possível manter o diálogo entre o econômico e o social. É hora de somarmos esforços,  para juntos vencermos mais esta crise!

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