Vírus e o cachorro de três donos

A saúde global em 2020 está delicada haja vista o dilema que a pandemia da Covid-19 trouxe à tona: “isolamento social” (Saúde) e “pão nosso de cada dia” (economia). Diante da circunstância que segundo o Larousse é: “particularidade que acompanha um fato; conjuntura”, admite-se que o homem chega ao mundo “biológico e fisiologicamente nu e não especializado”, devendo sobreviver num ambiente hostil e inesperado, ajustando-se ao ambiente à sua conveniência.

Herdeiro e fideicomissário do planeta Terra e também do conhecimento nele acumulado pelo exercício que no planeta realizaram as gerações passadas, o homem está imerso numa circunstância com cinco subsistemas, já descrito alhures: biossocial ou sócio-genético; ecológico ou sócio geográfico; econômico; cultural e político.

Então, conservando a razão (inteligência), o homem toma decisões que podem balizar os caminhos do futuro, recobrindo temas de ordem geral e especificamente matérias pertinentes à democracia, infraestrutura, integração física, economia/comércio, informação, conhecimento/tecnologia, drogas, saúde/doença e delitos conexos.

A sugestão que fica para 2020 e 2022 é a de que o móvel das ações humanas seja dirigido à qualificação pessoal do candidato, que por eleição, atenda as circunstâncias (necessidades humanas: povo com 4% de poupança e 60% endividado).

Neste instante, cabe a questão: a integração municipalizada pela implementação de políticas de desenvolvimento local integrado e sustentável é a estratégia para fazer do “município, estado e país” atores globais?

Está patente que para proteger o povo, a comunicação (time) dos governos (três níveis) é fundamental, pois: o Homem é da Terra a consciência; as oportunidades são para todos; a união é criatura; o Brasil é visto de Washington; e há um custo para mudar o Mundo (economia com equidade).
Para dar face humana a pandemia mundial e liderar o século 21, morcego e cobra não podem matar o cachorro, há não ser que tenha três donos.

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