A retomada do Figueirense

Desfeita a parceria entre Figueirense e Elephant, que só trouxe prejuízos financeiros, morais e técnicos (dentro de campo) ao clube, o momento é de união para a retomada do time que mais vezes conquistou o Campeonato Catarinense – são 18 títulos. Um novo espírito tomou conta de jogadores, comissão técnica, funcionários e torcedores. A cidade está com o time. O Figueirense precisa continuar grande, assim como o Avaí. Os dois clubes, rivais dentro de campo, são “produtos” de Florianópolis, levam o nome da Capital para o mundo. Erros como essa parceria não podem mais ser repetidos. O clube (diretoria, conselheiros…) deve impedir que aventureiros como o presidente da Elephant, Claudio Honigman, ex-parceiro de Ricardo Teixeira, que presidiu a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) entre 1989 e 2012 e está envolvido em uma série de escândalos, tentem assumir a gestão com promessas descabidas para ganhar a torcida e que depois não são cumpridas. O Figueirense precisa voltar a ser o clube da torcida. A torcida tem que voltar a confiar no clube, que tantas alegrias deu ao seu torcedor e sempre foi destaque na revelação de jovens jogadores. Essa mesma base, destroçada pela Elephant, tem que voltar a ser olhada com carinho. O presidente interino Francisco de Assis Filho quer priorizar o pagamento de salários de atletas e funcionários, que ficarão à deriva durante a gestão da parceira. O processo é árduo, mas com o apoio de alvinegros apaixonados ou apenas simpatizantes do clube do Estreito, o Furacão vai retomar o caminho das vitórias e dos títulos.

+

Editoriais

Editorial

O Grupo ND e a Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina) deram a largada na sexta-feira (23 ...

Editorial

O Brasil está virando um país de golpistas e fraudadores. Durante a pandemia, o número de golpes e f ...