As máscaras e o comércio

Com a previsão do pico da pandemia para “entre abril e maio”, como tem afirmado o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, é fundamental que a população dê continuidade aos cuidados de prevenção ao coronavírus. O uso de máscaras precisa ser adotado por todos que precisam sair às ruas, para trabalhar ou buscar algum serviço.

O governo do Estado, por meio de uma portaria, tornou obrigatório o uso por funcionários de empresas que fazem atendimento ao público. A Prefeitura de Florianópolis vai decretar uma medida mais rígida nos próximos dias: a utilização de máscaras será obrigatória para todos os moradores. A capital catarinense é a quarta cidade com maior índice de contaminados por habitante do Brasil.

A abertura gradual do comércio está levando mais gente para as ruas a cada dia. É preciso haver um equilíbrio entre a retomada das atividades econômicas e o isolamento social. A recomendação é evitar aglomerações, espaços fechados e lotados, além de manter uma distância física de pelo menos um metro de outras pessoas. Não podemos perder isso de vista. As duas medidas são importantes.

É preciso, gradativamente, permitir que setores vitais da economia continuem em funcionamento, sob pena de um desastre econômico sem precedentes. O uso de máscaras em público, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), é uma das medidas de prevenção que podem limitar a propagação de certas doenças virais respiratórias, incluindo a Covid-19.

As orientações destacam, no entanto, que a utilização destes equipamentos por si só é insuficiente para oferecer um nível adequado de proteção, e que para isso também devem ser adotadas outras medidas, como a higiene das mãos, para impedir a transmissão do novo coronavírus. Manter os hábitos de higiene pessoal é essencial neste momento. Afinal, somos responsáveis pela saúde coletiva.

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