Auxílio emergencial

O governo federal, por meio da Caixa Econômica, já fez o pagamento da primeira e segunda parcelas do auxílio emergencial de R$ 600 a quase 60 milhões de pessoas. Conforme o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, é o maior pagamento da história do Brasil, da América Latina e do Hemisfério Sul, não só no volume, como na velocidade em que foram feitos os depósitos.

Em meio à pandemia, trabalhadores vulneráveis, como autônomos, informais e microempreendedores, se viram em alerta diante da paralisia comercial e muitos ficaram sem ter como ganhar dinheiro. O sinal de alívio chegou com o anúncio do benefício.

O desafio neste momento é evitar fraudes, já identificadas pela Dataprev, empresa responsável por analisar as informações sobre quem tem ou não direito ao benefício. O Brasil atravessa uma crise muito possivelmente sem precedentes. Uma situação que exige ações muito bem focadas, como o auxílio em questão, além de muita disciplina e coesão. Uma situação de guerra, em que o que menos se pode esperar é que aproveitadores encontrem espaços ou brechas para desvios e corrupção.

Passado o problema das filas em frente às agências da Caixa e das dúvidas para o recebimento, gerado principalmente pelo desconhecimento da população, o dinheiro chega às contas de milhões de famílias num momento crucial.

O país ainda está paralisado economicamente, mas muitos brasileiros, com o dinheiro do auxílio, podem fazer compras em mais de mil sites e utilizar o celular como se fosse um cartão, além de pagar contas de água, luz, gás, telefone e boletos. É preciso reconhecer que o governo fez seu papel. E fez bem feito. À população, resta adotar regras mais rígidas de higiene e rever os métodos de convivência. Essa será a nova realidade pós-coronavírus.

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