Economia diversificada

A divulgação do Ranking dos Municípios com maior PIB (Produto Interno Bruto) de 2018, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é mais uma validação da força econômica de Santa Catarina. Entre as 100 maiores economias do Brasil, estão quatro municípios catarinenses. Joinville (28º), Itajaí (36º), Florianópolis (45º) e Blumenau (56º) somam mais de R$ 94 bilhões.

Ao contrário da maioria dos Estados, nos quais apenas um ou dois municípios despontam como os mais ricos, Santa Catarina tem uma economia mais diversificada. Joinville continua sendo o município mais rico, com índice estimado em R$ 30,7 bilhões.

A pujança do nosso Estado é reconhecida dentro e fora do Brasil há décadas. A força da indústria, da agropecuária, do turismo, dos serviços, da pesca, da tecnologia e do povo catarinense faz com que Santa Catarina seja sinônimo de trabalho e economia forte. No Ranking dos Municípios, o Estado teve alta de 3,7% no ano, frente a 2017, e somou R$ 298,23 bilhões, o que representou o quarto maior crescimento do Brasil.

Entre os municípios com maior PIB per capita, destaque para Piratuba (R$ 155 mil por habitante/ano), Itajaí (R$ 117 mil) e Araquari (R$ 113 mil). Piratuba aparece pelo terceiro ano seguido na liderança estadual. O setor de indústria, que engloba eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, foi a atividade predominante.

Além do PIB, Santa Catarina é destaque no cenário nacional também na geração de empregos e no comércio varejista. Nas pesquisas mais recentes, o Estado aparece sempre entre os primeiros colocados no país.

Esse conjunto de forças faz com que Santa Catarina, historicamente, consiga enfrentar as crises econômicas do Brasil sem grandes sustos e seguir a produção e o desenvolvimento em ritmo acelerado.

+

Editoriais

Editorial

O Grupo ND e a Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina) deram a largada na sexta-feira (23 ...

Editorial

O Brasil está virando um país de golpistas e fraudadores. Durante a pandemia, o número de golpes e f ...