Em casa, com saúde

Quarentena não é férias. O fato de estar quase tudo fechado, de quase ninguém estar indo trabalhar, não significa que as pessoas podem ir às praias ou aos supermercados e permanecerem aglomeradas no mesmo local. É preciso ter bom senso e espírito de coletividade.

O novo coronavírus já matou sete pessoas no Brasil. Na Itália são mais de 3.400 mortes, número que já ultrapassou o total de vítimas na China. Em apenas um dia, ontem, 427 italianos morreram. A Covid-19 mata. Está matando. Não, o coronavírus não é “alarde” da imprensa, como muita gente está falando por aí. Os veículos de comunicação estão fazendo o seu papel, que é o de informar a população com credibilidade.

Estamos sob influência de decretos, estadual e municipal, com medidas restritivas que nos impõem o isolamento, em casa, para o vírus não se alastrar. O prefeito Gean Loureiro precisou editar um decreto que proíbe o acesso à orla das praias de Florianópolis e a entrada de veículos (ônibus, microônibus e vans) de transporte coletivo e de turismo na Ilha. Prontamente, a Guarda Municipal foi às praias exercer a lei, pedindo para que as pessoas saíssem dos locais. Faltou bom senso para quem se aglomerou nas praias.

“Quanto mais adesão tivermos nesse momento, menos pessoas terão que estar em ambientes hospitalares no futuro. Queremos que as pessoas entendam que esse é o momento para ficar em casa. Estamos com um problema de saúde pública e precisamos superá-lo”. Essa frase do secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino, é perfeita. Vamos ser sensatos, coletivos e solidários. Precisamos nos cuidar e cuidar dos outros.

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