Mais agilidade para tirar CNH

O governo federal acertou ao reduzir a burocracia do processo da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) nas categorias A ou B, o que também reduz o custo. O documento, um desejo para milhares de brasileiros quando completam 18 anos, passou a ser, nos últimos anos, um sonho distante, principalmente pelo alto valor. A resolução 778 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), publicada em junho, entrou em vigor na segunda-feira (16). Na categoria B (carro), caiu de 25 para 20 o total de horas-aula práticas para obter a habilitação e de cinco para uma as aulas noturnas obrigatórias. A resolução tornou facultativa a adoção de aulas no simulador de direção, antes obrigatória. Quem quer se habilitar para dirigir moto, na categoria A, precisa fazer as mesmas 20 horas-aula da regra anterior, mas apenas uma delas precisará ser à noite – antes, eram quatro. Todas essas mudanças não interferem na qualidade do curso preparatório para o processo da CNH, que sempre foi prioridade para as autoridades de trânsito no país. As exigências são as mesmas. A preocupação em formar bons ou ótimos motoristas continua. O que vem depois da habilitação conquistada, é responsabilidade de quem está atrás do volante ou em cima da moto. Mas os novos motoristas, e os antigos também, precisam ter consciência de que é preciso redobrar o cuidado no trânsito, cada vez mais perigoso e caótico. Cuidar de si e dos outros e respeitar as leis de trânsito são regras básicas para quem prioriza a vida.

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