Modelo de retomada

Totalmente parado desde o início da pandemia da Covid-19, o setor de eventos vem se movimentando com o objetivo de abrir um canal de diálogo com o poder público – Estado e prefeituras – para construção de um planejamento que permita uma retomada em Santa Catarina.

É a segunda etapa de uma ação, deflagrada no início de julho sob a batuta do Floripa Convention, que prevê a sensibilização das autoridades em torno da definição de protocolos baseados na experiência internacional para pequenos, médios e grandes eventos.

A realização de um “evento teste” no início de setembro, simulando todas as etapas com propósito de treinamento dos envolvidos em toda a cadeia – que é expressiva -, pode ser efetivamente o grande diferencial catarinense ao país.

É importante que o Estado seja visto como um ambiente seguro e com plenas condições de atrair eventos nacionais e internacionais tão logo as condições epidemiológicas relacionadas ao coronavírus permitam. Nesse sentido, é fundamental que as vigilâncias sanitárias municipais e estadual estejam engajadas no processo para a realização de ajustes que minimizem ao máximo os riscos de contágio pela Covid-19 antes do aparecimento de uma vacina.

O momento atual, claro, é de prioridade total ao enfrentamento da pandemia, com ações para impedir o crescimento da curva de contágio e aparelhamento do sistema de saúde em todas as regiões, mas é imprescindível que poder público e iniciativa privada caminhem juntos no sentido de alinhavar um modelo que compatibilize os cuidados com a saúde pública com as demandas econômicas. A crise econômica está posta e o setor de eventos é um dos mais atingidos desde o início do período de quarentena imposta, em março.

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