Não é hora de se omitir

O Plano Mais Brasil, do governo federal, é uma enorme contribuição para tornar o país viável e no longo prazo permitir o equilíbrio fiscal e a volta do crescimento econômico. É um conjunto de medidas importantes que sinalizam novos tempos com a melhor divisão de recursos da União, Estados e municípios. A transformação do Estado trará segurança jurídica para quem
empreende e investe, com atração de capital, e mais dinheiro para investimentos em função do reequilíbrio das contas públicas.

Com este plano, encaminhado ao Senado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Economia Paulo Guedes, o Brasil muda de patamar e avança rumo ao futuro com a geração de emprego e renda. O destravamento prometido começa a tomar forma e o Brasil se alinha às nações modernas estabelecendo um novo marco institucional da ordem fiscal. No bojo do projeto há pontos polêmicos como a incorporação de municípios, sem condições de financiar seus gastos, que serão absorvidos pelos vizinhos.

Importante é que o governo põe o dedo na ferida, aponta problemas que se arrastam há décadas, drenando recursos públicos e engessando os orçamentos. Há, enfim, uma luz no fim do túnel. O governo federal corta na própria carne para que a federação saia fortalecida.

Causa estranheza a mudez da classe empresarial brasileira em torno do assunto, que não levantou a voz para defender um grande plano econômico capaz de tirar o país do atoleiro em que se encontra. Salvo algumas poucas lideranças, as manifestações de apoio à atitude corajosa do governo Bolsonaro ficaram restritas à classe política. Mais uma vez os empresários pecam pela omissão ao delegarem para os políticos os grandes temas nacionais.

O ambiente econômico, no atual governo, melhorou consideravelmente, como apontam os indicadores. Mesmo assim, poucos são os empresários que saem publicamente em defesa deste novo cenário. As entidades de classe, tão preocupadas na defesa dos interesses dos associados, não emitem nota ou comemoram os números positivos de crescimento. Por este motivo o brusquense Luciano Hang acabou virando celebridade, porque assume posição de forma corajosa em defesa do que considera certo.O Plano Mais Brasil é fundamental para o futuro do Brasil.

Os empresários não devem apenas dizer que estão de acordo, mas sair em
defesa dele e levantar bandeiras, porque o desafio de fazer o país voltar a
crescer é de todos. Não devem passar procuração para que a classe política
atue em seu nome. Precisam, sim, pressionar e interagir com os nossos
representantes para que o plano não seja desidratado em Brasília. É preciso
agir, apoiar, defender este plano junto à sociedade. Não é hora de se omitir.

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