O eco da reforma

É grande a expectativa pelos efeitos da reforma da Previdência na economia do país. Uma nova realidade, que no entendimento da classe empresarial deve ter os primeiros reflexos ainda este ano, e em especial sobre a geração de novos postos de trabalho. Um sentimento de confiança toma conta novamente dos setores produtivos, que percebem a chance de o país começar a “tomar jeito” e consertar mazelas expostas nos últimos anos, especialmente em relação às contas públicas. Por mais que ainda existam etapas a serem vencidas, como a votação dos destaques e a votação no Senado, a economia vai aliviar a pressão no caixa do governo e permitir que gerações futuras tenham a chance de se aposentar.

Com os percalços enfrentados pela reforma, a confiança da classe empresarial na recuperação do país estava começando a enfraquecer, conforme os números divulgados pela CNI. Agora, com o indicativo de avanço da primeira reforma, surge a expectativa de que a próxima seja a reforma tributária, o que permitirá uma melhora ainda maior no ambiente de negócios, com muitos investimentos antes colocados em banho maria saindo do papel.

O que fica claro com esses movimentos e tendências é de que precisamos continuar lutando pelo equilíbrio e redução dos gastos públicos e pela construção de uma nova cultura de eficiência na esfera governamental. O governo, seja dele da esfera que for, não pode ser diferente de uma empresa, que com seriedade produz seu produto, vende e paga suas contas. O governo precisa prestar seu serviço com a maior eficiência, prestando contas do dinheiro gasto e interferindo cada dia menos na construção do desenvolvimento econômico e na livre iniciativa.

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