O papel de cada cidadão

O balanço de atividades do Programa Floripa Se Liga na Rede indica uma melhora dos indicadores depois de mais de um ano de fiscalização, mas o cenário ainda preocupa.

Exemplo claro é o alto índice de imóveis com algum tipo de irregularidade na Beira-Mar Norte, área nobre de Florianópolis, que está em 74% À época da primeira vistoria, no final de 2019, 96% dos endereços visitados descumpriam uma ou mais normas.

As irregularidades afetam diretamente a balneabilidade da orla da baía norte, que continua imprópria para banho conforme as análises feitas semanalmente pelo IMA (Instituto do Meio Ambiente) de Santa Catarina.

Especialistas ouvidos pela reportagem do ND, em reportagem publicada na sexta-feira, alertaram que a Beira-Mar Norte só estará despoluída quando os donos dos imóveis que tenham ligações irregulares efetivamente regularizarem a situação.

O poder público cumpre seu papel quando coloca as equipes na rua com a missão de orientar, fiscalizar e, nos casos de reincidência nas infrações, aplicar as devidas penalidades.

O assunto remete, no entanto, a uma reflexão fundamental sobre a participação de cada um dos moradores de Florianópolis nesse processo. Além de monitorar e cobrar de seus representantes nas mais variadas esferas, o cidadão comum tem que assumir suas responsabilidades.

No caso específico das ligações de saneamento, moradores de casas e condomínios têm o dever de colaborarem com a força-tarefa – providenciando a regularização de todos problemas encontrados nas vistorias – em prol do bem-estar coletivo. A cidade precisa virar esse jogo.

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