O turismo no pós-pandemia

Um dos setores mais afetados pela pandemia, o turismo discute os impactos da crise e como será a retomada no período pós-Covid-19. A exemplo de vários países, Santa Catarina pretende apostar inicialmente no mercado interno, nas viagens de curta instância, com protocolos bem definidos para boas práticas de combate ao vírus em hotéis, bares, pousadas e restaurantes.

A ideia do programa Viaje Mais por SC, alinhavado pela Santur com a ajuda de diversos segmentos econômicos e, claro, da Vigilância Sanitária, é estimular roteiros regionais que estimulem os moradores do Estado a explorarem ainda mais o território catarinense. Esse tem sido o caminho adotado na Itália, por exemplo, para recuperação dessa cadeia econômica depois do coronavírus.
O momento exige engajamento e criatividade.

Em artigo publicado na edição de fim de semana do ND, o catarinense Vinícius Lummertz, secretário de Turismo do Estado de São Paulo, enfatiza que “nada voltará a ser como antes” e que terá melhor desempenho o destino que “já estiver olhando para a sua cadeia de valor, focando nas melhorias que, não nos iludamos, todos teremos que fazer”.

Lummertz enfatizou ainda a boa imagem de Santa Castarina, a posição privilegiada de Florianópolis, Joinville, Blumenau e Balneário Camboriú no imaginário nacional e dois ativos valorizados: praias e cultura moldada pela presença dos imigrantes.

O “novo normal”, como tem sido chamada a fase que virá depois da epidemia, vai exigir reflexão permanente sobre as relações de consumo e os cuidados voltados à normas sanitárias. É um caminho sem volta. Terá mais sucesso quem souber tirar as lições dessa crise e encontrar soluções que aliem inovação à necessária segurança ao viajante.

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