Risco baixo e otimismo

Os passos para a melhora da economia do país estão cada vez mais firmes e para frente. As boas notícias só aumentam o clima de otimismo. Inflação baixa e controlada, crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e da produção industrial, a queda do desemprego, a consolidação dos acordos comerciais… agora, o risco país atinge o menor nível em nove anos. Indicador que mede a desconfiança de investidores, o risco país tem a pontuação mais baixa desde novembro de 2010.

O grau de risco de um país é conhecido a partir de um modelo matemático que expressa, além da situação do balanço de pagamentos, a estabilidade política, o controle da inflação, o crescimento do PIB, a taxa de desemprego, o nível de pobreza, a situação das contas públicas e outras variáveis consideradas tanto por bancos em suas decisões de conceder empréstimos e fazer aplicações em ativos financeiros do país como por investidores estrangeiros em suas decisões de montar empresas naquele país. É um termômetro informal da probabilidade de um país dar calote no mercado financeiro global nos próximos cinco anos. Quanto mais baixo o indicador, maior é a confiança dos investidores internacionais.

“Esses números demonstram que o Brasil tem se tornado um país cada vez mais propício para a geração de empregos e o investimento”, afirmou o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Jorge de Oliveira Francisco. O caminho está sendo pavimentado. Os brasileiros estão cada vez mais confiantes na política econômica, na intensificação do ritmo da retomada do crescimento e na superação da crise.

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