Serenidade e coletividade

Com o aumento do número de casos do novo coronavírus a cada dia, o momento é de serenidade e de ter espírito coletivo. Precisamos nos cuidar, com a atenção básica à higiene pessoal, e cuidar das outras pessoas também, principalmente dos idosos e de quem faz parte do grupo de risco – asmáticos, hipertensos, pessoas com doenças do coração, fumantes e diabéticos.

A curva de crescimento é acentuada, portanto não há dúvidas sobre a gravidade do quadro. O momento impõe medidas urgentes, sem pânico, mas restritivas e à altura do momento global. Os órgãos públicos estão fazendo a sua parte, com cancelamentos de eventos, audiências judiciais, suspensão de aulas, atendimentos ao público, etc. Empresas também estão contribuindo com medidas restritivas, como deixar funcionários trabalhar em casa. O objetivo é evitar aglomeração de pessoas.

Mas não basta que as autoridades públicas responsáveis diretamente pelo combate à pandemia façam a sua parte, adotando os protocolos corretos. É preciso ir além, mostrar nesse momento atos da civilidade e coletividade. A começar pelos comerciantes. Pois a majoração dos preços de produtos como máscaras de proteção ou álcool em gel, vista por muitos como algo natural, ultrapassa qualquer patamar aceitável, sobretudo se considerarmos o momento de risco.

É compreensível que o fluxo de consumidores resulte em alta de preços. O cenário, porém, é outro, e nenhum acréscimo além do normal se justifica senão como oportunismo e má-fé. Nesse ponto, órgãos como Ministério Público, OAB e Procon precisam estar atentos na fiscalização para que a situação não saia de controle.

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