Setor produtivo pede socorro

A CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Florianópolis voltou a reivindicar do governo estadual uma redução urgente da carga dos tributos que incidem sobre o consumo e a produção. Além de registrar oficialmente as reivindicações, em documento enviado ao governador Carlos Moisés (PSL), os empresários lançaram uma campanha publicitária para marcar posição em defesa da economia e da manutenção de postos de trabalho.

O setor produtivo enfatiza que a adoção das medidas restritivas adotadas para enfrentar a Covid-19 preconizadas pela OMS já causaram prejuízos consideráveis e pedem ações emergenciais que evitem um agravamento ainda maior da situação. A preocupação é com a provável falência de milhares de empresas e o aprofundamento do desemprego.

O entendimento é de que as providências oficiais para minimizar o impacto econômico da pandemia não estão sendo implementadas na velocidade necessária para impedir uma quebradeira geral da economia. É notório que a carga tributária, já extremamente pesada em períodos de normalidade, fica insustentável diante de uma pandemia que praticamente parou a roda da economia mundial.

Desde o início das restrições das atividades comerciais, mais de 400 mil pessoas já perderam o emprego em Santa Catarina. E dezenas de pequenas e médias empresas decidiram encerrar as operações.

Os empresários exigem ainda um redimensionamento da máquina pública, com sua cota de sacrifícios para garantir equilíbrio nas contas públicas. Além de medidas mais concretas para amparar quem investe e gera empregos e renda, é fundamental que os governos cortem efetivamente na carne.

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