Um Brasil mais seguro

A segurança pública, um dos pilares das propostas de campanha de Jair Bolsonaro, é talvez a área que mais se destaca nestes dez meses de governo. Escolhido a dedo para comandar o Ministério da Justiça, o juiz Sergio Moro levou três desafios para Brasília, quando trocou a magistratura pela política: combate à corrupção, ao crime organizado e à criminalidade violenta, principalmente. Com a divulgação dos números do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas (Sinesp) para o primeiro semestre de 2019, fica evidente o empenho e o trabalho sério que vem sendo feito na área. O número de homicídios caiu 22% em todo o país durante os seis primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2018. Moro vem afirmando que o combate aos desvios de recursos públicos é uma das prioridades do Ministério da Justiça. Para ele, além da questão da proteção física, a corrupção desvia recursos e a alocação ineficiente desses recursos nos investimentos públicos e privados. É um círculo vicioso. E quem perde é a sociedade. O ministério trabalha para criar um ambiente seguro para cidadãos, empresas e governo, visando reverter a sensação de insegurança e elevar a qualidade de vida cotidiana e da própria democracia, com reflexos para a economia do país. Com o Pacote Anticrime, que tramita no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça poderá avançar ainda mais no combate à criminalidade, claro que com respeito aos direitos humanos, como sempre afirmou Moro.

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