Um marco decisivo

A reforma da Previdência deu mais um passo importante para ser aprovada no Senado em dois turnos e posteriormente virar uma emenda à Constituição. Assim que for promulgada, quase todas as mudanças passam a valer, incluindo a idade mínima e o novo cálculo do valor da aposentadoria. É forte a expectativa de que a Nova Previdência vai destravar a economia e que o país volte a ter a perspectiva de uma situação fiscal sustentável, atraindo investimentos. É o fechamento de um ciclo, um marco decisivo. Um dos entusiastas da reforma é o presidente Jair Bolsonaro. “Estamos fazendo o dever de casa para a retomada de investimentos e o equilíbrio das contas públicas do país”, disse ontem ao deixar o Palácio da Alvorada. “É uma reforma necessária, pois não temos plano B, nem pra mim, nem pra ninguém. Os outros governos tentaram fazer e não conseguiram”, reforçou. Por mais que haja reações contrárias e críticas, a reforma da Previdência é inevitável. Vivemos uma nova fase, de mudanças, principalmente nas relações trabalhistas. Essas mudanças nos trouxeram também mais qualidade de vida, vivemos mais tempo e estamos preparados também para mais alguns anos no mercado de trabalho. A sociedade vivencia transformações intensas em intervalos cada vez mais curtos. Por isso a reforma não é um capricho de determinados setores econômicos e políticos. É o ajuste capaz de garantir que a aposentadoria continue sendo um benefício pago pelos serviços prestados pelos trabalhadores ao longo da vida.

+

Editoriais

Editorial

O Grupo ND e a Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina) deram a largada na sexta-feira (23 ...

Editorial

O Brasil está virando um país de golpistas e fraudadores. Durante a pandemia, o número de golpes e f ...