Moacir Pereira

moacir.pereira@ndmais.com.br Notícias, comentários e análises sobre política, economia, arte e cultura de Santa Catarina com o melhor comentarista politico de Santa Catarina. Fundador do Curso de Jornalismo da UFSC. Integrante da Academia Catarinense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, é autor de 53 livros publicados.


Andaterra lança nota repudiando curso promovido pela Ufsc

Manifestação nacional condena infiltração ideológica nas Universidades

A Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra(Andaterra) está publicando em todo o Brasil uma nota de repúdio ao curso da Universidade Federal de Santa Catarina sobre reforma agrária.
O referido curso pretende formar profissionais para o enfrentamento do agronegócio. A nota enfatiza: “Trata-se claramente de um curso voltado contra o agronegócio e para a formação de agentes subversivos, fato que por si só tem grande potencial danoso para a sociedade brasileira a médio e longo prazo. É um curso voltado para enfrentar o agro nacional e, neste processo, ir implantado uma agenda comunista no campo.”
Veja a íntegra: “A Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra (Andaterra) vem a público manifestar seu repúdio à realização do curso promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) cujo título é “Reforma Agrária Popular, Agroecologia e Educação do Campo: alimentação e educação no enfrentamento ao agronegócio e às pandemias“.
É de conhecimento notório que, infelizmente, o debate da Reforma Agrária foi monopolizado por grupos criminosos e até mesmo terroristas, como o MST. O conteúdo do referido curso promovido pela UFSC está alinhado à ideologia criminosa do MST. Trata-se claramente de um curso voltado contra o agronegócio e para a formação de agentes subversivos, fato que por si só tem grande potencial danoso para a sociedade brasileira a médio e longo prazo. É um curso voltado para enfrentar o agro nacional e, neste processo, ir implantado uma agenda comunista no campo.
É com grande indignação que nós, produtores rurais, vemos o dinheiro público – o qual é em boa parte arrecadado com os impostos pagos pelos produtores rurais – sendo gasto em tais iniciativas nocivas que visam atacar os princípios universais da economia de mercado, e formar quadros para grupos de extrema-esquerda, ou mesmo grupos criminosos que promovem ações de terror no campo com as invasões de terra.
A universidade é uma instituição que deve usar o dinheiro público para o bem público, e não para o benefício de certos grupos político-ideológicos radicais. A universidade deve promover a cultura, a formação profissional e intelectual e o avanço da ciência, e não a divulgação de ideologias políticas radicais que são abertamente danosas, ou mesmo genocidas. A ideologia defendida por grupos como o MST levou a fome nos diversos países em que se destruiu a economia de mercado para a implementação de uma economia planificada e centralizada nas decisões dos políticos do partido comunista. Dezenas de milhões de pessoas morreram simplesmente porque ao homem do campo foi tirada a liberdade para produzir e vender os alimentos que produziu.
É chocante que, com tantas provas históricas do fracasso dessas ideologias radicais, uma universidade federal esteja ensinando ideias que, além de antiquadas, apenas promovem a violência no campo, a escassez de alimentos, a miséria e a manutenção de formas totalitárias de governo.
Esperamos que o Ministério da Educação tome as medidas cabíveis aos envolvidos na realização deste curso, e que desenvolva mecanismos institucionais que impeçam o uso político-ideológico das universidades federais.”

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