Moacir Pereira

moacir.pereira@ndmais.com.br Notícias, comentários e análises sobre política, economia, arte e cultura de Santa Catarina com o melhor comentarista politico de Santa Catarina. Fundador do Curso de Jornalismo da UFSC. Integrante da Academia Catarinense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, é autor de 53 livros publicados.


As ilegalidades e os pilantras do Senado

Davi Alcolumbre, Renan Calheiros, Omar Aziz, etc, são acusados de atentados a ordem jurídica e regimento do Senado

O senador Davi Alcolumbre anunciou, finalmente, a sessão da Comissão de Constituição e Justiça do Senado para apreciação da indicação do ex-ministro André Mendonça para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. Centenas de processos e indicações se acumularam para período de 30 de novembro a 2 de dezembro.

Sessão do Senado Federal durante votação em segundo turno da reforma da Previdência Social. Presiente s filhos do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo e Flávio, com o Seandor David Alcolumbre. Brasilia22-10-2019. Foto: Sérgio Lima/PODER 360 – Foto: Sergio LimaSessão do Senado Federal durante votação em segundo turno da reforma da Previdência Social. Presiente s filhos do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo e Flávio, com o Seandor David Alcolumbre. Brasilia22-10-2019. Foto: Sérgio Lima/PODER 360 – Foto: Sergio Lima
Praticar ilegalidades no Senado, decidir de forma individual para rasgar a Constituição no STF, são os principais destaques deste ano na Ilha da Fantasia. JK, o fundador de Brasilia, está se remoendo no túmulo com a degradação das instituições e frequentes atentados contra a ordem democrática justamente por aqueles que juraram defendê-la.
Agindo como o moleque do Amapá, o senador de araque que se julga o dono da República, engavetou a indicação de Mendonça por 4 meses. Feriu a Constituição, rasgou o Regimento e ofendeu o Supremo, desde junho sem os 11 ministros. Um Supremo que este ano, de tanto ignorar a Carta Magna, ficou abaixo da linha do Equador.
Alcolumbre engavetou questões nacionais relevantes, que contaram com a omissão ou cumplicidade de outro espertalhão, Rodrigo Pacheco, o presidente. Ele tinha o dever legal, politico e moral de exigir a sabatina ministerial. O mineiro está se revelando outro cambalacheiro, que não engana mas ninguém.
Um senado que perdeu meses com a CPI da Vergonha, sob o comando dos solertes Renan Calheiros e Omar Aziz, está próximo do fundo do poço, em termos de popularidade e prestígio.
Trágico é registrar que um colegiado com 81 membros deixar-se dominar por chantagistas, corruptos, denunciados. A ressalvar as posições e críticas aos ditadores senatoriais, nomes como o catarinense Esperidião Amin, os gaúchos Lasier Martins e Luiz Carlos Heinze, o paranaense Oriovisto Guimaraes e Álvaro Dias, entre outros.
A maioria, contudo, optou por um silêncio conivente e suicida.

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