Bolsonaro chama eleitores à “guerra” durante live em rede social

Em transmissão ao vivo na noite desta quinta (15), o presidente disse saber "o que tem que fazer" e onde está o "câncer" do Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mencionou durante uma live em sua rede social, na noite desta quinta-feira (15), que há uma “guerra” a ser vencida no Brasil, enquanto criticava as medidas restritivas adotadas pelos governadores para frear a contaminação pela Covid-19.

“Eu sei o que tem que fazer. Dentro das quatro linhas da Constituição. Se o povo cada vez mais se inteirar, se informar, cutucar seu vizinho e começar a mostrar para ele qual o futuro do nosso Brasil, a gente ganha essa guerra. Eu sei onde está o câncer do Brasil”, disse.

Bolsonaro em live semanalBolsonaro voltou a criticar política de governadores contra a pandemia da Covid-19 – Foto: Reprodução/Facebook

Além das duras e frequentes críticas às políticas denominadas por ele como “fecha tudo” dos governadores, Bolsonaro também abordou a anulação das condenações de Lula no STF e sua provável candidatura para 2022.

“Eu quero saber o que esse futuro governante pode esperar do Brasil, caso ele ganhe as eleições no futuro com esse tipo de política de terra arrasada que estão fazendo. Lamento muito pelo futuro do nosso Brasil”, afirmou o presidente.

Além da “guerra” citada por Bolsonaro, ele também declarou que existe um “câncer” no país, mas sem entrar em detalhes específicos.

“Eu sei onde está o câncer do Brasil. Nós temos como ganhar essa guerra. Se esse câncer aí for curado, o corpo volta a sua normalidade. Estamos entendidos? Se alguém acha que eu tenho que ser mais explícito, lamento”.

Auxílio emergencial

Durante a live, ao lado de Jair Bolsonaro estava o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. Um dos assuntos mais comentados, portanto, foi o auxílio emergencial.

Inclusive, Pedro Guimarães anunciou que o banco vai antecipar o calendário de saques do benefício.

Bolsonaro destacou que o valor, de R$ 200, é abaixo do ideal, mas orientou a população a cobrar dos governadores, visto que seria deles a culpa do desemprego.

“Quem tirou seu emprego foi seu governador, fechando tudo, te obrigando a ficar em casa e destruindo milhões de empregos pelo Brasil”, reclamou.

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