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Câmara dos Deputados pode reabrir Conselho de Ética durante pandemia

Se aprovado, o projeto de resolução abre espaço para o colegiado analisar o pedido de representação contra a deputada Flordelis (PSD-RJ), acusada de ser a mandante do assassinato do marido

A Câmara dos Deputados pode analisar nesta terça-feira (8) o projeto de resolução que permite o funcionamento do Conselho de Ética durante o estado de calamidade pública decretado por causa da Covid-19.

Câmara dos Deputados pode reabrir Conselho de Ética durante pandemia – Foto: Najara Araújo/Câmara dos Deputados/Divulgação/ND

Com a reabertura, o colegiado deve analisar o pedido de representação contra a deputada Flordelis (PSD-RJ), acusada de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo.

Como as atividades presenciais da Câmara estão suspensas desde março, em razão da pandemia do novo coronavírus, o corregedor, deputado Paulo Bengtson (PTB-PA), apresentou um projeto de resolução para permitir a realização das reuniões do Conselho de Ética por meio de videoconferência.

Golaço

A equipe da prefeitura de Florianópolis comemora o impacto que a Marina da Beira Mar Norte provocou em todos os setores. Para eles, há o ideal político que está agregado na movimentação subliminar por trás do lançamento.

Como Gean Loureiro ainda não anunciou oficialmente seu parceiro de chapa, fica claro que o nome deverá estar imediatamente ligado ao projeto em torno desta obra.

Será ele quem vai assumir os destinos da Capital em 2022 se, claro, garantir a reeleição e buscar espaço naquela majoritária. A máquina começa, a partir de hoje, a definir linhas na busca deste horizonte porque o empreendimento no norte da ilha vai atrair investidores de todas as partes.

Serão recursos que vai dar um boom na economia da maior e mais linda capital brasileira. Foi anunciado agora porque imprime respeito e vai influir na eleição.
Marcos Schettini

Recuo estratégico

O barulho do empresariado dos serviços ecoou no Palácio. O governo Bolsonaro recuou da tentativa de acelerar a reforma tributária do Executivo e pediu para retirar o regime de urgência para o projeto de lei que cria a contribuição sobre bens e serviços, tributo que unifica PIS-Cofins criando uma alíquota de 12% para o setor e que trancava a pauta de plenário da Câmara a partir desta segunda (7). Os deputados não poderiam mais votar outras propostas até que essa parte da reforma fosse deliberada.
Leandro Mazzini