Estado de Bolsonaro é estável, mas grave, diz hospital Albert Einstein

Bolsonaro chegou ao hospital por volta das 10h40, após ser transferido de Juiz de Fora (MG); apoiadores se concentram em frente à unidade

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) chegou ao hospital Albert Einstein na mesma situação que saiu de Juiz de Fora -em estado grave, mas estável-, segundo a assessoria do próprio hospital.

Ele passará agora por uma série de exames com médicos do hospital e um boletim deve ser divulgado em três horas, com a descrição do quadro de Bolsonaro e a equipe médica indicada de acordo com as necessidades atuais do candidato.

Bolsonaro chegou ao hospital por volta das 10h40, acompanhado de batedores. A ambulância entrou por uma entrada auxiliar, enquanto apoiadores e jornalistas esperavam na entrada principal.

O deputado foi transportado de helicóptero até a área do Palácio do Morumbi, sede do governo de São Paulo, e de lá seguiu de ambulância para o hospital.

Ambulâcia com Jair Bolsonaro chega ao Hospital Israelita Albert Eisntein, na zona sul da capital paulista - Bruno Rocha/Fotoarena/Folhapress
Ambulâcia com Jair Bolsonaro chega ao Hospital Israelita Albert Eisntein, na zona sul da capital paulista – Bruno Rocha/Fotoarena/Folhapress

APOIADORES

Apoiadores de Bolsonaro começam a chegar aos poucos ao hospital.

As amigas aposentadas Ana Maria Bolsinhas, 74, e Ana Serra, 67, chegaram às 10h15, vestidas de verde e amarelo para prestar solidariedade ao candidato do PSL.

“Que venha muita gente aqui fazer vigília como fazem para o bandido lá”, disse Bolsinhas, referindo-se ao ex-presidente Lula (PT), preso em Curitiba.

Segundo ela, quem planta o ódio são os outros. “Aí porque ele faz sinalzinho [de arma] com a mão…”.

Serra, com uma camiseta com o rosto do candidato, disse que agora Bolsonaro será eleito “no primeiro turno”.

Apoiadores de Bolsonaro se concentram em frente ao hospital em SP - Marcelo Chello/CJPress/Folhapress
Apoiadores de Bolsonaro se concentram em frente ao hospital em SP – Marcelo Chello/CJPress/Folhapress

Hospital em MG pediu investigação sobre vazamento de foto

A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG) pediu que a Polícia Federal investigue o vazamento de uma foto do candidato Jair Bolsonaro (PSL) no centro cirúrgico do hospital, o que é ilegal.

A imagem foi tirada logo que ele chegou à unidade, num momento em que houve grande aglomeração de pessoas, e foi veiculada na internet e em meios de comunicação entre cinco e dez minutos depois.

Após a ocorrência, policiais federais que reforçavam a segurança do hospital revistaram os celulares das pessoas presentes, inclusive dos médicos que cuidavam de Bolsonaro.

O centro cirúrgico é grande e tem 13 salas. “Não podemos afirmar se foram nossos colaboradores, se foi médico ou se foram outras pessoas que acompanhavam o Bolsonaro”, disse Renato Lounes, presidente da Santa Casa. “Isso não pode acontecer, somos um hospital de excelência”, afirmou.

Ele negou que o centro cirúrgico tenha sido fechado com a chegada de Bolsonaro, informação inicialmente publicada em veículos de comunicação.

“Houve o tumulto inicial na chegada dele, que claro que trouxe algum transtorno, mas isso logo foi sanado. Tínhamos nossa segurança lá fora [da sala] para não deixar ninguém entrar porque houve uma tentativa de invasão por um grupo de pessoas da equipe dele.”

Facada Bolsonaro - Reprodução
Foto de Bolsonaro em centro cirúrgico vazou nas redes sociais – Reprodução

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) chegou ao hospital Albert Einstein na mesma situação que saiu de Juiz de Fora -em estado grave, mas estável-, segundo a assessoria do próprio hospital.

Ele passará agora por uma série de exames com médicos do hospital e um boletim deve ser divulgado em três horas, com a descrição do quadro de Bolsonaro e a equipe médica indicada de acordo com as necessidades atuais do candidato.

Bolsonaro chegou ao hospital por volta das 10h40, acompanhado de batedores. A ambulância entrou por uma entrada auxiliar, enquanto apoiadores e jornalistas esperavam na entrada principal.

O deputado foi transportado de helicóptero até a área do Palácio do Morumbi, sede do governo de São Paulo, e de lá seguiu de ambulância para o hospital.

APOIADORES

Apoiadores de Bolsonaro começam a chegar aos poucos ao hospital.

As amigas aposentadas Ana Maria Bolsinhas, 74, e Ana Serra, 67, chegaram às 10h15, vestidas de verde e amarelo para prestar solidariedade ao candidato do PSL.

“Que venha muita gente aqui fazer vigília como fazem para o bandido lá”, disse Bolsinhas, referindo-se ao ex-presidente Lula (PT), preso em Curitiba.

Segundo ela, quem planta o ódio são os outros. “Aí porque ele faz sinalzinho [de arma] com a mão…”.

Serra, com uma camiseta com o rosto do candidato, disse que agora Bolsonaro será eleito “no primeiro turno”.

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