Marina diz que ataque às mulheres contra Bolsonaro mostra tentativa de influenciar eleição

A candidata da Rede classificou a invasão ao grupo anti-Bolsonaro como um resquício da ditadura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Marina Silva, candidata da Rede à Presidência, disse na tarde deste domingo (16) que o ataque feito a uma página de mulheres no Facebook contrárias a Jair Bolsonaro (PSL) mostra que há grupos tentando influenciar as eleições de maneira ilícita.

Marina Silva em entrevista na Record TV - Record TV
Marina Silva em entrevista na Record TV – Record TV

“Estamos diante de uma situação semelhante à que aconteceu nos Estados Unidos: setores autoritários querendo influenciar as eleições, abusando do poder econômico, de forma ilícita, para atrapalhar o processo democrático”. Segundo ela, esse tipo de prática “está ganhando proporção inaceitável”.

A candidata se referia à invasão feita por hackers a página de Facebook “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro”, criada por eleitoras que rejeitam o presidenciável do PSL. O grupo, que havia sido criado há duas semanas e reuniu 2 milhões de mulheres de participantes, foi restaurado no início da tarde deste domingo (17) e teve o nome mudado no ataque para “Mulheres com Bolsonaro #17”.

Nos Estados Unidos, procuradores investigam qual foi a influência de hackers russos na eleição do presidente Donald Trump, em 2016. Já há indícios de que houve invasão em site dos democratas e de sua candidata derrotada, Hillary Clinton, e de que russos manipularam informações no Facebook para beneficiar Trump.

Marina comparou o ataque ao grupo de mulheres com o que a sua campanha sofreu na campanha de 2014. Naquela disputa, o site da candidata chegou a ficar fora do ar após sofrer ataques de hackers. Os computadores usados no ataque estavam em ministérios em Brasília e na sede da Petrobras, o que levantou a suspeita de que o PT estaria por trás da invasão. A suspeita nunca foi confirmada.

A candidata da Rede classificou a invasão ao grupo anti-Bolsonaro como um resquício da ditadura: “Ninguém tem o direito de fazer esse tipo de invasão antidemocrática, autoritária, preconceituosa e machista”. Ela fez as declarações após uma caminhada na feira da Liberdade, na região central de São Paulo.

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Eleições nacionais

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Marina diz que ataque às mulheres contra Bolsonaro mostra tentativa ilícita de influenciar eleição

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Marina Silva, candidata da Rede à Presidência, disse na tarde deste domingo (16) que o ataque feito a uma página de mulheres no Facebook contrárias a Jair Bolsonaro (PSL) mostra que há grupos tentando influenciar as eleições de maneira ilícita.

“Estamos diante de uma situação semelhante à que aconteceu nos Estados Unidos: setores autoritários querendo influenciar as eleições, abusando do poder econômico, de forma ilícita, para atrapalhar o processo democrático”. Segundo ela, esse tipo de prática “está ganhando proporção inaceitável”.

A candidata se referia à invasão feita por hackers a página de Facebook “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro”, criada por eleitoras que rejeitam o presidenciável do PSL. O grupo, que havia sido criado há duas semanas e reuniu 2 milhões de mulheres de participantes, foi restaurado no início da tarde deste domingo (17) e teve o nome mudado no ataque para “Mulheres com Bolsonaro #17”.

Nos Estados Unidos, procuradores investigam qual foi a influência de hackers russos na eleição do presidente Donald Trump, em 2016. Já há indícios de que houve invasão em site dos democratas e de sua candidata derrotada, Hillary Clinton, e de que russos manipularam informações no Facebook para beneficiar Trump.

Marina comparou o ataque ao grupo de mulheres com o que a sua campanha sofreu na campanha de 2014. Naquela disputa, o site da candidata chegou a ficar fora do ar após sofrer ataques de hackers. Os computadores usados no ataque estavam em ministérios em Brasília e na sede da Petrobras, o que levantou a suspeita de que o PT estaria por trás da invasão. A suspeita nunca foi confirmada.

A candidata da Rede classificou a invasão ao grupo anti-Bolsonaro como um resquício da ditadura: “Ninguém tem o direito de fazer esse tipo de invasão antidemocrática, autoritária, preconceituosa e machista”.

Ela fez as declarações após uma caminhada na feira da Liberdade, na região central de São Paulo.

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