Altair Magagnin

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Mauro Mariani propõe fim da interferência política nas decisões da Saúde Pública

Candidato do MDB participou de sabatina durante o Encontro Catarinense de Hospitais

Mauro Mariani (MDB) defendeu a discussão técnica. “Se tem um lugar que não dá para tratar politicamente é a Saúde”, disse. O candidato reconhece que é “um tema duro”, mas que pretende enfrentar. A ingerência política é um fator prejudicial à rede, disse. O emedebista afirmou que, “se alguém quiser manter um hospital para fazer média política, que pague”, acrescentando que “o Estado não pode financiar o luxo” e “não há mais espaço para fazer gracinha com Saúde”.

Mauro Mariani - Divulgação/ND
Mauro Mariani – Divulgação/ND

Mariani acredita que o melhor modelo para os hospitais catarinenses é o filantrópico. “Vão ter que fazer muita força para me convencer do contrário”. Neste sentido, o candidato pretende rever a distribuição dos recursos da Saúde, que desembolsa 70% para os 13 hospitais públicos mantidos pelo Estado, enquanto que a maior parte dos atendimentos é feito pelos filantrópicos.

Essa reversão no orçamento passa pela redução da ineficiência dos hospitais públicos. “O Tribunal de Contas estima a ineficiência dessas unidades em R$ 671 milhões por ano. A dívida, que já esteve em R$ 2 bilhões, caiu para perto de R$ 700 milhões. Então, fazendo uma conta de padeiro, acabando com a ineficiência, nós pagamos a dívida em um ano”, afirmou. A fórmula, conforme o candidato, passa pela transparência, com “os números em cima da mesa” e uma discussão aberta.

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