Altair Magagnin

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Se Jair Bolsonaro é uma onda, Santa Catarina foi varrida por um tsunami

Figura de linguagem é exagerada, mas ajuda eleitor a entender tamanho do fenômeno alcançado pelo PSL nesse domingo

Se Jair Bolsonaro é uma onda, Santa Catarina foi varrida por um tsunami. A figura de linguagem é exagerada, mas ajuda o eleitor a entender o tamanho do fenômeno alcançado pelo PSL nesse domingo. A votação do presidenciável, em si, foi a maior entre os Estados brasileiros, com 65,82%. Se repetisse em escala nacional, teria liquidado a fatura. O efeito desta força ajudou a eleger a maior bancada catarinense na Câmara, com quatro deputados federais, e a segunda maior da Assembleia, com seis estaduais. Por pouco mais de 18 mil votos, Lucas Esmeraldino não alcançou uma das duas cadeiras no Senado. Por último, e mais importante, até então relegado à quarta colocação nas pesquisas, Comandante Moisés chegou ao segundo turno. E chegou muito bem, apenas 50 mil votos atrás de Gelson Merisio (PSD) e quase 235 mil na frente de Mauro Mariani (MDB). Sem aliança com qualquer outro partido, o PSL devastou boa parte da política tradicional e da lógica das eleições em Santa Catarina.

Jair Bolsonaro - Mauro Pimentel/AFP
Jair Bolsonaro – Mauro Pimentel/AFP

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