Rodrigo Constantino

Ele se define como "um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda politicamente correta".


Eles não suportam a liberdade

Aqueles que se dizem os tolerantes e democratas não conseguem mais esconder o desespero que sentem com a simples liberdade de expressão

A compra do Twitter pelo bilionário libertário Elon Musk colocou toda a esquerda autoritária em polvorosa, e forçou sua saída do armário. Aqueles que se dizem os tolerantes e democratas não conseguem mais esconder o desespero que sentem com a simples liberdade de expressão.

Acostumaram-se a um ambiente controlado, “higienizado”, em que pessoas que pensam diferente do mainstream “progressista” são banidas, censuradas.

Elon Musk comprou a rede social Twitter na semana passada – Foto: Reprodução TwitterElon Musk comprou a rede social Twitter na semana passada – Foto: Reprodução Twitter

Os globalistas não querem saber de livre debate de ideias, pois suas narrativas falsas só prosperam num ambiente fechado, comandado por “algoritmos” opacos que retiramo engajamento dos conservadores e usam um claro viés esquerdista para criar os “trending topics” do dia. Foi só o conselho do Twitter aceitar a oferta de Musk que as coisas já começaram a mudar.

Talvez porque os executivos da empresa estejam apagando os rastros do escancarado viés ideológico. A minha conta, que tinha cerca de 850 mil seguidores, em poucas horas já tinha ganhado dezenas de milhares de novos seguidores e se aproxima de um milhão agora. Não foi um caso isolado, pelo que verifiquei.

A quantidade de curtidas em cada postagem também subiu expressivamente. O que estava acontecendo antes? Será que uma multidão que estava fora dar e de decidiu entrar no dia da mudança de controle acionário? Suspeito que tenha mais a ver com o método utilizado pelos tais“algoritmos”.

Os tucano petistas morrem de saudades do dia em que só existia a velha imprensa, impondo suas Fake News como se fossem a verdade absoluta,e sem ninguém para contestar. Abolha estourou, as máscaras caíram. O povo tomou gosto pelo debate político, e quer o contraditório, busca informações alternativas, opiniões contundentes e independentes.

Quem se “informa” pela grande mídia hoje está aprisionado numa câmara de eco onde só existem vozes semelhantes,todas defensoras da mesma cartilha ideológica.

Os “progressistas” – nome bonito para o velho comunismo –estão desesperados com a possibilidade de ao menos uma rede social ter mais liberdade, um amplo espaço para debates sem freios do politicamente correto.

O medo é justificado: quanto mais liberdade houver, menos oportunidade para impor ladainhas como se fossem a voz da ciência. O pânico que se alastrou pela esquerda com essa notícia expôs o quanto essa turma necessita da censura para sobreviver.

Sem tal instrumento, a verdade tende a prevalecer. E a esquerda nunca teve a verdade ao seu lado: ela vive de mentiras, enquanto acusa os outros daquilo que ela mesmo faz. Que o Twitter possa se tornar, finalmente, uma praça pública da era moderna, sem os “vigias” arrogantes que se auto intitularam os “checadores da verdade”.

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